segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011

JASON DIXON

Titorelli é vídeo, isso é simples. Porém é tambem um devaneio de possibilidades que quebram as barreiras da minha mente permitindo recontextualizar o meu espaço, lugar e até o meu corpo em relação ao mundo. Com Titorelli procuro destruir noções de simbolismos aprisionados e existir como um libertador de percepção mundana. Ao referênciar a arte e a historia da performance, Titorelli usa os seus poderes de recontextualização e convida o observador a abrir os olhos e deixar-se envolver por esses vídeos majestosos. Nas performances Titorelli Surveillance Camera/ Titorelli Câmara de Vigilância, Titorelli oferece um presente às câmaras de vigilância públicas libertando-as da suas conotações opressivas. Através de uma dança gestual terna, o big brother transforma-se numa mãe carinhosa convidando Titorelli a amamentar-se. Então vem, sê vídeo com Titorelli.
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Titorelli is video. It's that simple. However he is also a muse of possibility that for me breaks down the barriers of my mind allowing me to recontextualize my space, place, and even my body in the world. With Titorelli I look to destroy notions of imprisoning symbolism and exist as a liberator of mundane perception. By referencing art, and performance history Titorelli uses his powers of recontextualization and invites the viewer to open their eyes and be enveloped by his/videos majesty. In the Titorelli Surveillance Camera Performances Titorelli offers a gift to public surveillance cameras releasing them of their oppressive connotations. Through a loving gestural dance big brother becomes loving mother inviting Titorelli to suckle. So come, be video with Titorelli.





(c) Jason Dixon/ Park magazine [Multimedia Showcase 2011]

sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011

LEMEH42

Em 1910, Kandinsky publicou um dos seus trabalhos mais importantes, Klänge / Sons. O objetivo de Klänge era a libertação do som interior.
Um século mais tarde, Lemeh42 (Itália), realiza uma homenagem pessoal a este pintor russo. Inner Klänge / Sons Interiores é uma viagem animada na busca do som interior.
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In 1910 Kandinskij published one of his most important works, Klänge / Sounds. The general principle of Klänge was the liberation of the inner sound.
One century later, Lemeh42 (Italy) realizes a personal homage to this russian painter. Inner Klänge / Inner sounds is an animated journey to find the Inner sound.




(c) Lemeh42/ Park magazine [Multimedia Showcase 2011]

Studio website: http://lemeh42.indivia.net/

terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

MIA DEGNER













still from the first day




Mia Degner é uma artista dinamarquesa escritora e realizadora de filmes Arte trabalhando entre o campo da linguagem e da historia com o objectivo de criar filmes como poemas visuais.
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Mia Degner is a Danish film artist and writer working in the field between images, language and story, aiming at creating films like visual poems.



a city is a place to call home
Artfilm. 2:00. December, 2009.

Um filme poema e montagem de som sobre o conceito de cidade e casa. 5 anos de viagens e dias em casa com um poema gravado por 4 amigos de viagem.
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A film poem and sound montage about the concept of city and home. Footage from my past 5 years of travelling and standing still, with a poem recorded by 4 of my travelling friends and companions.







The first day/ O primeiro dia
Documentary. artfilm. 1:43. October, 2008.

Copenhaga, dia 1 de Janeiro de 2008. Nós não vamos falar de dedos perdidos ou olhos magoados, mas sim de algumas outras coisas que aconteceram no “Primeiro Dia”...
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Copenhagen January 1st 2008. We are not going to tell about lost fingers and damaged eyes, but about some of the other things that took place on The first day...



(c) Mia Degner/ Park magazine [Multimedia Showcase 2011]

Artist website:www.kulturopa.dk

sexta-feira, 21 de Janeiro de 2011

AARON OLDENBURG

Aaron Oldenburg, Baltimor (EUA) é um designer de jogos e artista “new media”, cujo principal interesse se centra nas regras de jogo como um meio expressivo.
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Aaron Oldenburg, Baltimor MD (USA), is a game designer and new media artist whose primary interest is in game rules as an expressive medium.



GHOSTHUNTER

Jogar “Ghosthunter” consiste em esperar e ver. A partir de um monitor observe um vídeo em loop de outra sala. Quando alguém passa por um ponto dessa sala, uma sombra aparecerá no ecrã. Clique para captar uma foto. Se o jogador falha a oportunidade ou clica depois da sombra passar, o outro “jogador” recebe um ponto. Se a sombra for fotografada com sucesso, o jogador recebe um ponto. Este jogo é para ser desempenhado com pessoas que não sabem que estão a jogar.

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Gameplay of Ghosthunter consists of waiting and watching. From a computer monitor, observe a video loop of another room. When someone passes by a spot in that room, a shadow will appear on your screen. Click to snap a photo. If the player misses the opportunity or clicks after the shadow has passed, the other “player” receives a point. If one successfully photographs the shadow, the player receives a point. This game is to be played with people who do not know they are playing.


Ghosthunter from Aaron Oldenburg on Vimeo.




HOUSE

“House” é uma embalagem que chegou com vários orifícios. O participante pode usar um dispositivo, colocando a lente desse dispositivo em cada orifício. Através do monitor do computador terá uma visão daquilo que está a acontecer no interior da caixa. Persegue o habitante da caixa em vários sítios.

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House is a package that has arrived with several holes in it. The participant can pick up an apparatus, place the eye of the apparatus in each of the holes, and on a computer monitor, receive a view of what is happening inside the box. Chase the inhabitant of the box from room to room.


House from Aaron Oldenburg on Vimeo.



(c) Aaron Oldenburg/ Park magazine [Multimedia Showcase 2011]

Artist website: www.aaronoldenburg.net

terça-feira, 18 de Janeiro de 2011

ARIELLE FALK









still from Alegrias (2007)






Arielle Falk nasceu em Washington DC (EUA) em 1983, é uma artista residente em Brooklyn, NY. Trabalha em vídeo, performance e escultura.

Assumindo uma busca pelo “Eu Autêntico”, Arielle Falk explora a subjetividade humana relativa a uma percepção própria e dos outros. O trabalho de Falk é uma reação à nossa postura numa era capitalista centrada no Facebook , no qual somos encorajados a participar numa troca mercantil de nós próprios, onde as identidades são cuidadosamente compradas e agregadas, onde um controlo constante se torna normal e a privacidade deixa de ser o cenário padrão. Falk investiga o desejo do ser visto e não ser visto, compartilhar e não compartilhar, conectar e não conectar. Através do seu trabalho, procura entender e expressar a simplicidade de se ser humano perante as pressões que impregnam a cultura pós-moderna ocidental.

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Arielle Falk, born 1983 in Washington DC, is a Brooklyn-based artist working in video, performance, and sculpture.

Stemming out of her own search for "authentic self", Arielle Falk explores human subjectivity in relation to self perception and the perception of the other. Falk's work is a reaction to our Facebook-centric, Late Capitalist age, in which we are encouraged to participate in the commodification of our selves, where identities are carefully bought and assembled, where constant surveillance is normalized and privacy is no longer the “default” setting. She investigates a desire to be both seen and not seen, to share and not share, to connect and not connect. Through her work, Falk seeks to understand and express what it is to simply be human amongst the pressures that pervade postmodern Western culture.


ALEGRIAS (2007)
digital video
9:15 min., (3 min. excerpt below)
in color with sound





THROWING PAINS (2010)
digital video
14:35 min. (3:35 min. excerpt below)
in color with sound



(c) Arielle Falk/ Park magazine [Multimedia Showcase 2011]

artist website: www.ariellefalk.com